Certamente, ao atuar em contato direto com outras vidas, sobretudo, crianças, sabemos que significa um processo complexo. Alias, indica projetos educacionais e profissional capacitado, responsável e atento. Conhece a Lei Lucas? Pode salvar Salvar uma Vida.

Ademais, o que significa salvar uma vida? Pois, certamente, envolve o zelo e a harmonia no trato com pequenos. Assim, se faz na convivência de si, com o outro. Conforme observamos, reside em um olhar para si mesmo, ora, para o próximo e o todo, ou seja, todos os envolvidos com os pequenos.

Vidas pequenas, “vivas” e “sensíveis”

No momento, indicamos o apoio por uma causa, primeiramente, uma necessidade em tornar efetiva a lei Lucas, sancionada em 2018, nº 13.722/2018. A Formação Lei Lucas: Salvar uma Vida, aponta A lei que determina as instituições públicas e privadas da educação básica, que capacitem professores e funcionários para prestar os primeiros socorros.

A proposta para a Formação Lei Lucas: Salvar uma Vida, foi criada, a partir do contexto que levou a vida do Lucas Begalli Zamora. Ele tinha 10 anos, em 2017. O menino faleceu após engasgar durante um passeio escolar.

Nesse sentido, igualmente a prevenção, ser capacitado para os primeiros socorros inegavelmente se faz fundamental. Mas, primeiramente, a formação Lei Lucas: Salvar uma Vida, indicada aos profissionais que atuam com os pequenos, se revela singular.

Lei Lucas: Salvar uma Vida! Situações de risco

Alguns apontamentos, indicam que devemos manter, antes de tudo, os pequenos longe das situações de risco, segue:

  • restringir o acesso ao fogão e maquinarios de uso adulto, pois, inesperadamente podem causar acidentes,
  • guardar bem longe dos pequenos, os fósforos, isqueiros e velas,
  • usar casinha com porta trancada, para o gás de cozinha,
  • esconder em local seguro os objetos inflamáveis,
  • guardar em local seguro objetos afiados ou de uso adulto (tesouras pontudas, enxadas, facas afiadas, entre outros,
  • deixar os pequenos longe de material toxico,
  • deixar os pequenos longe de objetos que conduzem eletricidade, que inegavelmente podem dar choque ou queimar (ferro de passar roupa, fios elétricos, tomadas sem proteção),
  • não permitir o uso de tintas tipo guache na pele, porque podem queimar,
  • observar os cantos de mesas e objetos pontudos, protegendo com material apropriado.

Lei Lucas: Salvar uma Vida! Cuidado máximo em piscinas, mar, lagos e rios

Nas brincadeiras molhadas, de acordo com Gabrielle Meister ( educadora física, ex atleta e professora de natação), deve se considerar, como prevenção, segue:

  • nao deixar baldes cheios, próximo de crianças muito pequenas, entre 01 e 03 anos (registros indicam casos de afogamento),
  • o uso de boias não determina total segurança, pois, podem virar e causar afogamento,
  • indicar que os pequenos fiquem nos locais mais rasos,
  • indicado um (01) adulto, para cuidar de cada (01) uma criança,
  • Apenas um salva -vidas ou profissional da educação física, com vasta experiência em natação / ou atleta, encontra=se capacitado para atender grupos maiores de crianças.

Um adulto capacitado em primeiros socorros, agindo rápido, pode salvar uma vida?

Muitos casos de crianças em afogamento por engasgar com alimentos, bem como, por afogamento na agua, poderiam ser evitados. Para tanto, se indica necessário a formação em primeiros socorros. O educador ou monitor, precisa agir rápido, sem perder nenhum tempo. Todos os segundos nessa hora, inegavelmente, são fundamentais para evitar uma fatalidade.

Ora, vamos pensar que primeiramente, o melhor cuidado para os pequenos, se sustenta em não arriscar. Assim, quem são os profissionais que cuidam de nossas crianças? Eles estão habilitados para salvar vidas em afogamentos? O que podemos exigir e como devemos agir? Primordialmente, o melhor, sempre será perguntar:

Sua escola, clube, espaço de brincar, brinquedoteca foi capacitada em primeiros socorros?

Nesse sentido, ampliamos o olhar para garantir a efetivação da lei, em todas as escolas de educação básica.

Contudo, posteriormente, indicamos a necessidade de leis que normatizem os espaços não convencionais. Sendo assim, ” todos” os espaços que atuam com os pequenos. Quais? O contraturno, a brinquedoteca, os clubes, as casas de brincar, casas de festas e as escolas especializadas (inglês, reforço escolar, musica, entre outras).

Os espaços não convencionais: atuam com crianças sem a obrigatoriedade da lei

Todavia, fomentamos a divulgação da lei nº 13.722/2018. Principalmente, buscamos a iniciativa das escolas e outras instituições, semelhantemente, promovam a formação de seus profissionais em primeiros socorros.

https://www.destakjornal.com.br/carreira—formacao/detalhe/lei-obriga-funcionarios-e-professores-a-se-capacitar-em-primeiros-socorros

Portanto, indicamos a necessidade da formação em primeiros socorros, para todos os docentes das escolas regulares. Ora, bem como, para todos os recreadores e outros profissionais nos espaços não convencionais. Principalmente, todos os locais que recebem e atendem diariamente crianças.Entretanto, sabemos que mesmo com alei sancionada, ainda nas escolas regulares, é grande o desconhecimento sobre a existência da legislação. Enfim, indicamos aos pais dos pequenos, que se apresentem como apoiadores da lei, visando a sua efetivação. Sobretudo, com esse olhar, além das escolas regulares.

No facebook a página “Vai Lucas”, fomenta a cobrança e fiscalização da “lei Lucas”. Aponta a necessidade da lei Lucas para todas as instituições de ensino e espaços educativos, recreativos, entre outros.

https://www.facebook.com/vailucas/
Link da página Vai Lucas

A Ponte Atelie Educativo apoia a lei nº 13.722/2018

Apoiamos a lei Lucas, fomentando o olhar das instituições de ensino para a obrigatoriedade. Ora, igualmente, na capacitação de todos os espaços não convencionais, que atuam com os pequenos. Assim, na formação em primeiros socorros.

Formação de educadoras A Pontee no curso ” Salve uma Vida”

A experiência foi promovida pela Sociedade Brasileira de Anestesiologia – SBA e implementada pela sua regional Sociedade Paranaense de Anestesiologia – SPA, responsável pela formação de nossas educadoras, no curso Salve uma Vida. Assim, agradecemos a oportunidade, ofertada pela presidente da SPA Dra. Maristela Bueno Lopes.

Simone Brichta

Simone Brichta

Diretora Pedagógica - A Ponte - Ateliê Educativo. Mestre em Educação Brasileira - UFC. Especialista em Metodologias do Ensino das Artes - UECE. Especialista em Gestão Escolar - UFC. Psicopedagoga - UFC. Pedagoga - PUCPR.

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